"Tudo é tão simples que cabe num cartão postal..."
Cazuza

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Halloween:Comidinhas










Adoro a festa da halloween, mesmo sendo uma festa de costume dos EUA,gosto magia, de poder se fantasiar e adoro a ideia de reunir os amigos e "expulsar os fantasmas."
Algumas ideias de comidinhas para deixar sua festa horripilantemente deliciosa.


domingo, 2 de outubro de 2011

Creedence Clearwater Revival




Em setembro de 1959, John Fogerty (vocalista e guitarrista), Doug Clifford (bateria) e Stu Cook (baixo) formam The Blue Velvets. Dois meses mais tarde, Tom Fogerty (guitarrista), irmão mais velho de John, entra no grupo como cantor, mudando o nome da banda para Tommy Fogerty and The Blue Velvets. O nome do grupo muda para The Golliwogs em 1964, após assinarem contrato com a gravadora Fantasy Records, onde John trabalhava. Nos três anos seguintes alguns compactos foram lançados, fazendo grande sucesso local.
Em 24 de dezembro de 1967, sob a influência de Saul Zaentz, novo dono da Fantasy Records, eles decidem então se tornarem profissionais. Começando pelo nome que faria história no mundo do rock: um amigo de Tom chamado Credence Nuball, um comercial da cerveja "Clearwater" e Revival, simbolizando a união do grupo, serviram de inspiração. A banda vem então com um novo estilo de música, definido por John Fogerty que, como cantor e compositor, passou a ser o centro da banda.
Em julho de 1968 é lançado o primeiro disco, Creedence Clearwater Revival, e já dá ao grupo um disco de ouro. Também foram lançados os compactos "Suzie Q" (Partes 1 e 2) e "I Put a Spell on You/Walk on the Water".
O segundo álbum, Bayou Country,é lançado em janeiro de 1969 e ganha disco de platina. Lançados também o compacto "Proud Mary/Born on the Bayou", que além de ganhar disco de ouro lança o grupo para uma carreira mundial de sucesso. Em abril, são lançados os compactos "Bad Moon Rising/Lodi" e "Green River/Commotion" (do terceiro álbum), ambos recebem disco de ouro.
O terceiro disco, Green River,lançado em agosto de 1969, também recebe disco de platina. O compacto "Down on the Corner/Fortunate Son" é lançado, quarto disco de ouro.
Em novembro de 1969 é lançado o quarto disco, Willy and the Poor Boys,que também recebe disco de platina. A banda, logicamente, esteve presente no festival de Woodstock, fazendo grande apresentação. O compacto "Travellin' Band/Who'll Stop the Rain" dá a banda o quinto disco de ouro, lançado em 1970. A banda começa sua primeira turnê pela Europa, fazendo também um enorme sucesso neste continente. O compacto "Up Around the Bend/Run Through the Jungle" também é disco de ouro.
Em julho de 1970 é lançado o disco de maior sucesso da banda, Cosmo's Factory,que vende mais de três milhões de cópias, disco de platina portanto. O compacto "Lookin'Out My Back Door/Long as I Can See the Light" é lançado e também é disco de ouro.
Ainda em 1970 é lançado o sexto disco Pendulum, que também foi disco de platina, o quinto do grupo. O ambiente no grupo porém já não é dos melhores: dizem que Tom, Doug e Stu não concordam em serem apenas uma banda para John Fogerty. Em 1971 é lançado o oitavo compacto disco de ouro: "Have You Ever Seen the Rain/Hey Tonight".
Em fevereiro de 1971 Tom Fogerty abandona o grupo para seguir carreira solo. Os outros decidem continuar como um trio, começando uma grande turnê pelos EUA e logo em seguidauma pela Europa. É lançado o décimo primeiro compacto, "Sweet Hitch-Hicker / Door to Door", que ainda atinge o topo das paradas. Em 1972 perfeita turnê pela Austrália, Nova Zelândia e Japão. O compacto "Someday Never Comes / Tearin' Up the Country" é lançado, mas não faz o mesmo sucesso dos anteriores, sendo o único que não ganhou disco de ouro.
É lançado o último álbum, Mardi Grasem, abril de 1972, que também ganha disco de ouro. A obra mostra que o grupo está próximo da divisão, com Stu Cook e Doug Clifford compondo algumas das canções (até então John Fogerty era quem compunha a maioria das canções da banda). Em 16 de outubro a gravadora Fantasy Records anuncia oficialmente o fim de Creedence Clearwater Revival .
Todos os membros da banda participaram das gravações do álbum solo de Tom Fogerty lançado em 1974, Zephyr National. Tom Fogerty morreu em 1990, vítima de AIDS, adquirida por meio de uma transfusão de sangue durante uma cirurgia nas costas.
Desde então reuniram-se eventualmente em 1995 para aparições em festivais diversos. Stu Cook e Doug Clifford chegaram a montar uma banda chamada Creedence Clearwater Revisited e se apresentaram tocando canções de seu grupo antigo.

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Creedence_Clearwater_Revival



quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Eu mistério




"Com todo perdão da palavra, eu sou um mistério para mim."
(Clarice Lispector)

Ponto Final :Crônicas sobre os anos de 1960 e suas desilusões

Em Ponto final, o jornalista Mikal Gilmore, um dos principais críticos norte-americanos de música popular, traça o perfil da geração que transformou os anos 1960 num mundo de sexo, drogas e rock’n’roll. O livro, que reúne ensaios de fôlego publicados nos últimos quinze anos, monta um painel diversificado da sociedade e da música nos Estados Unidos e na Inglaterra num período em que a influência da cultura jovem foi particularmente forte.

Radical na arte e na vida, essa nova geração de músicos e escritores muda costumes, polariza a sociedade, tenta reinventar o mundo, e tudo isso é captado pelas antenas atentas do autor. A loucura hippie do Verão do Amor na Califórnia, a fulminante ascensão e queda de Jim Morrison, a Liverpool dos Beatles, o Pink Floyd na estrada - não há personagem ou evento relevante da época que tenha escapado ao olhar de Gilmore.

Embora trabalhe com personagens emblemáticos, o autor consegue dizer algo de novo sobre cada um deles, proeza que se deve ao método de investigar a vida à luz da obra, e vice-versa, no melhor estilo do jornalismo cultural americano. No entanto, Gilmore não se coloca como observador isento: escreve como integrante do mundo que retrata em suas crônicas, do qual às vezes chega a ser personagem (quando Timothy Leary, doente terminal, transformou a própria morte num happening lisérgico, lá estava Gilmore ao lado do leito).

Essa perspectiva, que torna única a galeria de astros reunida pelo autor, não significa que o leitor terá em seu relato a visão do fã; por mais que se identifique com o objeto abordado, Gilmore é, antes, o admirador crítico, cuja honestidade intelectual não lhe permite fugir de temas difíceis, como o fato de tantos heróis da época terem sucumbido às drogas. Sem um pingo de moralismo ou adjetivação vazia, Ponto final está repleto de narrativas sobre o lado sombrio dos astros do rock, alguns dos quais nunca voltaram da descida ao inferno.


Fonte:http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12759


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Gustav klimt










Gustav Klimt foi um artista de quadros exuberantes que admirava as mulheres e acreditava no domínio feminino explorando suas figuras com sensualidade extrema chegando ao sexual. Evidenciou o feminino em grande parte de sua obra, sendo criticado por conservadores, incompreendido pelo erotismo que retratava e várias vezes sendo rotulado de pornográfico. Contudo foi o artista vienense mais querido e admirado do seu tempo.
Um artista de extrema importância que simboliza o estilo art nouveau da virada do século 19 para o século 20, assim como também simboliza os questionamentos e transformações humanas comportamentais na fase de transição dos séculos. Acreditava na libertação pela arte e era influenciado por Nietsche, Wagner e Schopenhauer. Nasceu em 1862 no subúrbio de Viena, Áustria, e foi o segundo de sete irmãos de uma família humilde.
Após concluir os estudos primários então com 14 anos foi admitido na Escola das Artes Decorativas, ligada ao Museu Austríaco Imperial e Real de Arte e Indústria de Viena, tendo sido seu trabalho de admissão um desenho de uma cabeça feminina, feito a partir de um molde de gesso.
Nesta escola, junto com seus irmãos Ernest e Georg, Klimt estudou desenho ornamental, teoria de projeções, perspectiva e teoria do estilo entre outros temas que acompanhavam em aulas práticas e foi o único aluno desta escola a ter uma grande carreira artística. Com seu irmão Ernest e seu amigo Frans Matsh, Klimt trabalhou nos vitrais da Igreja Votiva.
Por volta de 1880 Klimt, Ernest e Matsh fundaram a Companhia dos Artistas e através da empresa Fellner und Hellmer, especializada em construção de teatros, conseguiam trabalhos realizando painéis decorativos, entre eles a escadaria do Museu de Arte de Viena. Nesta época entrava em cena na Europa a arte floral e seu estilo pessoal começava a surgir, quando em 1891 foi contratado para pintar um painel no Teatro Imperial de Viena. Klimt neste painel retratou um imenso quadro da elite vienense desertando olhares e admiração. A partir desta pintura a ingressou no mundo cultural da burguesia e foi premiado ao final do trabalho com a Cruz de Mérito de Ouro (1888).
Com a morte de seu irmão no ano seguinte, Klimt fechou a Companhia dos Artistas e passou a decorar casas particulares e fazer retratos ao mesmo tempo em que ingressava na Sociedade dos Artistas Vienenses, porém esta sociedade era composta por conservadores e ele não ficou por muito tempo.
Permaneceu assim até 1894, quando foi convidado pelo Ministro da Cultura, Von Hartel a pintar o Salão Nobre do Anfiteatro da Universidade de Viena. O tema a ele sugerido para os quadros era A Vitória da Luz sobre a Escuridão, para representar a Filosofia, a Medicina e a Jurisprudência. Klimt rejeitou o tema e abandonou seu estilo adotado até então, adotando o estilo art nouveau, provocando espanto entre os tradicionalistas.
Klimt recebeu duras e impiedosas críticas por ter realizado uma obra “pessimista e com grande simbolismo erótico”. Criou polêmica ao pintar corpos femininos nus em poses consideradas obscenas para a época, com rostos e expressões com ar de lascívia e mórbida sensualidade, olhos semifechados e bocas entreabertas.
Ele, junto com seu novo grupo estavam entusiasmados com as novas propostas artísticas que surgiam na Europa e fundaram em 1897 o Secessão, que era um grupo de dissidentes que haviam rompido com os conservadores da Sociedade de Artistas Vienenses. Este grupo era liderado por Klimt e logo uniram-se a ele escritores, artistas e políticos de correntes de esquerda. Eles também editavam a revista “Ver Sacrum”, onde Klimt fez várias ilustrações. Em 1898 o Secessão realizou a primeira mostra e com a renda desta construíram o Palácio do Secessão, que funcionou como sede para o movimento.
A partir de 1902 ocorreram notáveis mudanças na linguagem visual de seus trabalhos, e o simbolismo tornou-se mais acentuado nas obras que ele realizava.
Em 1905 Klimt decide rescindir o contrato com Os Quadros da Faculdade” , devolve ao Estado os honorários pelo seu trabalho, deixa o Secessão e vai para Berlim participar da exposição da Aliança dos Artistas Alemães, onde recebe o Prêmio Villa Romana. Seus quadros A Medicina, A Filosofia e A Jurisprudência foram retomados pelo Estado e queimados depois, na Áustria.
Ele une-se aos pintores Egon Schiele e Oskar Kokoschka, também austríacos e viaja pela Europa, agora cada vez mais sua obra ganha personalidade e vai tornando-se especialista em pintar figuras femininas envoltas em ricas e grandiosas ornamentações, consagrando definitivamente seu estilo e dando início à fase mais reconhecida de sua carreira, chamado Fase Dourada. Nesta fase Klimt buscou inspiração na estética de arte bizantina, com formas geométricas, trabalhando bidimensionalidade, os mosaicos onde retratava o feminino de forma figuritivista e com muitos adornos. O realismo somente fica presente ao retratar rostos e mãos com perfeição. As roupas e fundos dos quadros são tomados por ricos ornamentos, arabescos, espirais e muitos e pequenos objetos trabalhados em infinitas formas e cores quentes, douradas e metálicas exuberantes. É a dualidade representada de várias maneiras, como a abstração e o realismo, a alegria e a tristeza, o domínio e a submissão, no mesmo quadro.
De muitos produzidos nesta época, dois quadros ganham grande importância, um deles é O Beijo, considerado como o auge do período, onde Klimt retrata Emilie, sua amante e ele mesmo em fusão de dois corpos em um beijo apaixonado e em Dánae, um quadro provocativo de uma mulher ruiva, adormecida entre moedas de ouro e espermatozóides.
Nos primeiros anos do século 20 a fase dourada vai dando espaço ao expressionismo. Em 1909 Klimt viaja para Paris entrando em contato com o fauvismo e com obras de Toulouse-Lautrec, criando agora cenários menos elaborados e fazendo cada vez menos uso de figuras geométricas e dos tons dourados. É quando pintou o quadro O Chapéu de Plumas Negras, A Vida e a Morte, A Virgem, e também quando há a inclusão de novos elementos em seus quadros como natureza e água. Klimt cria paisagens campestres e do Castelo Kammer, sua propriedade, o Castelo Kammer, nota-se também influência do cubismo.
Em 1910 participou da Bienal de Veneza tendo aprovação unânime e recebeu o prêmio da Exposição Internacional de Roma.
Obras mais eróticas são produzidas a partir deste momento pelo artista, são mais de 3000 desenhos de modelos nus que frequentavam seu ateliê e Klimt foi acusado de exagero erótico por Ornamentação e Crime, outros quadros dessa época são Masturbação Feminina, Adão e Eva e Mulher Sentada com as Coxas Abertas.
Com o começo da Primeira Guerra Mundial em 1914 e com o falecimento de sua mãe em 1915 acontece uma mudança em sua obra, Klimt adota a monocromia em suas paisagens tornando seus quadros mais sombrios.
Finalmente em 1917 recebeu reconhecimento e foi admitido na Academia de Arte de Viena, sendo eleito membro honorário da entidade. Porém faleceu no ano seguinte de apoplexia, conhecida como AVC, e foi enterrado em Viena.

Fonte:http://rodreis.com/2011/01/08/biografia-gustav-klimt/


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Yellow Submarine

"Nós gravamos esse disco para os Stones..."
Paul McCartney, 1966

" Estou cansado de fazer coisas que as pessoas podem dizer que já ouviram antes.'
Paul McCartney

O ano é 1966 o disco é Revolver este é citado como o momento em que os Beatles começaram a se desentender, fizeram seu último algumas semanas depois do lançamento do disco,Lennon e Mcartney não estavam mais compondo juntos e Harrison se remoia de ressentimento.
Revolver repercutiu por décadas.

Para ver o passo a passo só clicar aqui:
http://nibarrozo.blogspot.com/2010/11/projeto-yellow-submarine.html

sábado, 17 de setembro de 2011

Vontade de Viver





"Não importa se a estação do ano muda...
Se o século vira, se o milênio é outro.
Se a idade aumenta...
Conserva a vontade de viver,
Não se chega a parte alguma sem ela."

Fernando Pessoa

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Desobediência

"Trago esse sorriso por desobediência.

Desobedeço a tristeza."

Vanessa Leonardi

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Seu Jeito




"Se depender de mim, nunca ficarei plenamente maduro

nem nas idéias, nem no estilo,

mas sempre verde, incompleto, experimental".

Gilberto Freyre

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Reciclando e Reaproveitando-Luminárias


  De Lâmpada Fluorescente

 De Latinha de Leite

 De Copinho de Café

 De Colchão de Mola

 De Balde de Ferro

 De Papel

 De Penas

 De Sisal

 De Papel

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Pecadinhos


"Cordeiro de Deus que tirai os pecados do mundo
Tende piedade dos pecadinhos,
Que de tão pequenininhos não fazem mal à ninguém.

Perdoai nossas faltas
Quando falta o carinho,
Quando flores nos faltam
Quando sobram espinhos.
Eu que vivo na flauta
Vivo tão pianinho,
Vou virar astronauta
Pra entender o caminho. "
Ceumar

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Menina com Gato e Piano.

"A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação.

Fernando Pessoa"


Uma releitura de Di Cavalcanti de 1965, pintado por mim ,apaixonei por este quadro, me passa alegria,força e uma vida que explode em cores.

Sobre Di Cavalcanti:
Di Cavalcanti ,além de idealizar a Semana de 1922, foi ainda o principal responsável pelo surto de uma pintura temática nacional, dominante após aquele movimento. Apesar de suas ligações com a Escola de Paris e o Cubismo, é um pintor profundamente carioca e brasileiro. A sua obra reflete como nenhuma outra, pela extensão no tempo, a vida do nosso povo. O carnaval, o ritmo e a ginga dos sambistas, as baianas, as mulatas capitosas, as mulheres da vida, os passistas, os malandros, os seresteiros, os bailes de gafieira, os trabalhadores, a paisagem, enfim a própria vida do País está presente em sua pintura, que é sempre vigorosa. A sensualidade brasileira está nas linhas, formas e cores, expressionistas de suas telas. E durante o auge da abstração, ele foi aqui o seu maior contestador, sendo também o primeiro a vislumbrar a sua decadência.
A obra do Di Cavalcanti nos leva a um contato direto com um dos símbolos do Brasil: a mulata brasileira, com sua feminilidade, sensualidade e ao mesmo tempo uma força, uma raça, que Di Cavalcanti soube como ninguém retratar.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011